sábado, 8 de outubro de 2011

Apple fecha novamente no vermelho e cai 8,5% em dez sessões

A tecnológica só subiu uma vez nas últimas dez sessões, período em que deslizou 8,5%. Nas duas sessões depois da morte de Steve Jobs, a empresa fechou a desvalorizar.
A Apple voltou hoje a fechar em terreno negativo, caindo pelo segundo dia consecutivo. O anúncio da morte de Steve Jobs, co-fundador e a cara da tecnológica, penalizou as acções da tecnológica, que têm estado em queda há já duas semanas.

Hoje, os títulos da “maçã” fecharam nos 369,80 dólares, com um recuo de 2,01%. Este é o valor de fecho mais baixo desde 22 de Agosto, ainda antes de Jobs ter abandonado a administração executiva da empresa por motivos de saúde.

Ontem, a empresa tinha encerrado a sessão a perder 0,23%, depois de ter sido divulgada a morte de Jobs.

Esta semana, ainda antes desse anúncio, nem a apresentação de um novo equipamento da Apple trouxe alívio para os seus títulos em bolsa. Na terça-feira, esperava-se que Tim Cook, agora na liderança da empresa de Sillicon Valley, apresentasse o iPhone 5. Apresentou o iPhone 4S.

Nos últimos dez dias, as acções da Apple apenas subiram na quarta-feira passada. De resto, fecharam sempre em sentido descendente.

No dia 26 de Setembro estavam nos 403,17 dólares. Hoje estão nos 369,80 dólares. Uma desvalorização de 8,5% em dez sessões. No mesmo período de tempo, o índice Nasdaq deslizou apenas 0,16%. Ainda assim, a Apple acumula um ganho de 14,65% desde o início do ano.

Na bolsa alemã, onde a Apple também está cotada, o desempenho das acções da fabricante de iPods e iPads não é melhor. Os títulos desceram 7,87% nas duas últimas semanas, passando de 293,35 euros para 276,75 euros.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Mapa-mundo indicando o Índice de Desenvolvimento Humano

Baseado em dados de 2010, publicados em 4 de novembro de 2010

Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano

Tipos de Indicadores

IDH-Índice de Desenvolvimento Humano

   O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa usada para classificar os países pelo seu grau de "desenvolvimento humano" e para separar os países desenvolvidos (muito alto desenvolvimento humano), em desenvolvimento (desenvolvimento humano médio e alto) e subdesenvolvidos (desenvolvimento humano baixo).
   Critérios de avaliação
A partir do relatório de 2010, o IDH combina três dimensões:
-Uma vida longa e saudável: Expectativa de vida ao nascer
-O acesso ao conhecimento: Anos Médios de Estudo e Anos Esperados de Escolaridade
-Um padrão de vida decente: PIB (PPC) per capita

Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano


IDH Mundial – Tabela

Por AnaBurguesa - 10 de março de 2011 - 23:04 - Atualizado em 10 de março de 2011 - 23:07

Posição País IDH

1_Islândia 0.968
2_Noruega 0.968
3_Canadá 0.967
4_Austrália 0.965
5_Irlanda 0.960
6_Holanda 0.958
7_Suécia 0.958
8_Japão 0.956
9_Luxemburgo 0.956
10_Suíça 0.955
11_França 0.955
12_Finlândia 0.954
13_Dinamarca 0.952
14_Áustria 0.951
15_Estados Unidos 0.950
16_Espanha 0.949
17_Bélgica 0.948
18_Grécia 0.947
19_Itália 0.945
20_Nova Zelândia 0.944
21_Grã-Bretanha 0.942
22_Hong Kong 0.942
23_Alemanha 0.940
24_Israel 0.930
25_Coreia do Sul 0.928
26_Eslovénia 0.923
27_Brunei 0.919
28_Singapura 0.918
29_Kuwait 0.912
30_Chipre 0.912
...
33_Portugal 0.900

Retirado de http://www.sempretops.com/informacao/idh-mundial-tabela/

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Cavaco afasta segundo resgate a Portugal

Cavaco Silva diz que se Portugal cumprir integralmente o programa de assistência não necessitará de um novo "acordo de austeridade".

Questionado sobre a possibilidade de Portugal ter de renegociar o programa de ajuda financeira caso a Grécia entre em colapso, o chefe de Estado recordou as decisões tomadas no Conselho Europeu de 21 Julho, que "infelizmente ainda não passaram à prática".

"Nesse acordo diz-se que um país que cumpra integralmente o acordo de assistência financeira, como é aquilo que eu espero que aconteça com Portugal, continuará a beneficiar do apoio das instituições internacionais mesmo que, no final do acordo, tenha dificuldades de acesso aos mercados financeiros internacionais", sublinhou o Presidente da República, que falava aos jornalistas no final de um almoço na ilha Graciosa.

Isto é, explicitou Cavaco Silva, se as decisões tomadas no dia 21 de Junho forem cumpridas Portugal não necessitará "de novo acordo formal, aquilo que se chama, por vezes, um acordo de austeridade como aquele que foi negociado no mês de Maio passado".

"Por isso, tenho grandes expectativas quanto aquilo que o novo conselho europeu que se vai reunir no mês de Outubro possa avançar finalmente", acrescentou.
Cavaco Silva reconheceu, contudo, que a situação grega está "de facto a influenciar negativamente não apenas Portugal, mas outros países da união europeia", pois neste momento é muito grande a interdependência entre as economias e os sistemas financeiros europeus.

"Basta ter presente que uma boa parte da divida grega encontra-se nas mãos de bancos franceses e de bancos alemães", lembrou, frisando que, desta forma, aquilo que acontece na economia e no sistema financeiro grego tem influência em todos os países da União Europeia.
Por isso, continuou o chefe de Estado, é fundamental que Portugal não se aproxime da situação em que se encontra a Grécia.

"Penso que neste momento temos de ter esperança que as autoridades da zona do Euro e da União Europeia em geral fazem aquilo que lhes compete fazer para evitar que a situação da Grécia, que é uma situação dramática, não evolua até um ponto que possa provocar algum caos em todo o sistema financeiro da Zona do Euro", referiu ainda o Presidente da República.

sábado, 17 de setembro de 2011

"Moçambique está condenado a crescer nos próximos dez anos", diz Américo Amorim

"Moçambique está condenado a crescer nos próximos dez anos", afirmou ontem à Lusa Américo Amorim, durante a inauguração da sede do Banco Único, em Maputo, do qual é um dos principais accionistas.

"Queremos acompanhar este crescimento, contribuindo para o desenvolvimento económico do país", acrescentou Amorim.

O Banco Único é a mais recente instituição financeira de Moçambique, composta por capitais luso-moçambicanos, tendo como accionistas maioritários a Visabeira e a Amorim Holding. Os outros accionistas são o Instituto Nacional de Segurança Social de Moçambique, a DHD, a Rural Consult e a SF Holding.

Aires Ali, primeiro-ministro moçambicano, marcou presença na cerimónia de inauguração da sede do banco, numa das principais artérias da capital moçambicana, assinalando "a vitalidade do mercado financeiro" local. "A constituição do Banco Único traduz bem a vitalidade do mercado financeiro moçambicano, que reflecte as inúmeras oportunidades de investimento que este sector encerra para agentes económicos, tanto nacionais, como estrangeiros", disse.

Durante o seu discurso, o director executivo da instituição, João Figueiredo, frisou que a estrutura accionista do banco ainda não está, para já, concluída. "As diferentes proveniências que caracterizam a natureza da actividade económica dos nossos accionistas, é um forte indício de que o Banco Único tem ambições de integrar a sua actividade na economia nacional na sua mais ampla diversidade sectorial", disse.

Actualmente, o Banco Único, que é a 17ª instituição financeira de Moçambique, conta com cinco balcões de atendimento ao público na província de Maputo.

15/09/11, 10:00
OJE/Lusa
Retirado do site:"oje.pt"